Jiu Jitsu

                                                                     

Como surgiu o jiu-jitsu brasileiro?

Especialista nas artes marciais do Oriente,o japonês Mitsuyo Maeda vinha de uma turnê pela América do Norte e Central, onde apresentara – pela primeira vez no continente – o judô e o jiu-jitsu. Mais conhecido pelo apelido Conde Koma, Maeda fixou residência em Belém do Pará, como adido do cônsul do Japão, mas nunca deixou de ensinar as lutas em que era mestre. Um de seus alunos, Carlos Gracie, tinha um irmão franzino e de saúde frágil, chamado Hélio, que acabou criando uma técnica própria, baseada em alavancas – golpes que usam todo o peso do corpo (o seu e o do adversário). “Funciona como o macaco de trocar pneu. Vinte homens talvez consigam erguer um carro, mas um macaco faz o serviço com mais técnica e menos força”, diz Rorion Gracie, filho de Hélio e instrutor de jiu-jitsu em Los Angeles. Hélio viveu até os 95 anos. Morreu em 2009 e, segundo a família, ainda ensinava e treinava no tatame até 10 dias antes de falecer.

Imagem 1: Mitsuyo Maeda

Imagem 2: Carlos Gracie

Imagem 3: Hélio Gracie

No início do esporte, ele constatou que o sistema funcionava melhor ainda no chão, onde o peso do corpo atingia sua força máxima. Nessa dupla estratégia – privilegiar as alavancas e levar a luta ao solo – está sua grande contribuição à luta original, possibilitando que um lutador mais fraco vença oponentes pesados. Foi isso que deslumbrou fãs de todo o planeta quando Royce Gracie, outro filho de Hélio, com apenas 77 quilos, derrotou Ken Shamrock, de 95 quilos, no Campeonato Mundial de Vale-Tudo de 1993. A partir daí, o estilo tornou-se cada vez mais popular, apelidado de BJJ (Brazilian Jiu Jitsu) e praticado em centenas academias só nos Estados Unidos – onde o livro Brazilian Jiu-Jitsu Theory and Technique, escrito por Royler e Renzo Gracie, encabeçou a lista de mais vendidos sobre artes marciais em 2001.

Defesa Pessoal

Esse tipo de treinamento envolve a capacidade de lidar com a agressão em pé e defender-se de um ataque físico no solo ou de uma arma como uma faca, uma arma ou um porrete. A aula de Defesa Pessoal do Jiu-Jitsu aborda os ataques mais realistas que ocorrem nas ruas. Os alunos aprendem como controlar a situação antes que o ataque aconteça. No entanto, se um ataque vier, o Jiu-Jitsu permitirá que o aluno escape de forma simples e providencie ataques voltados para controlar e finalizar um assaltante com finalizações de submissão. Como o Jiu-Jitsu se baseia em alavancagem, o aluno tem a capacidade de usar o tanto de pressão que deseja implementar. Em autodefesa e em questões da lei, nem sempre é a melhor opção contra-atacar, porque você não pode dar um soco em alguém. O Jiu-Jitsu dá muitas opções para lidar com um ataque sem golpear, usando apenas auto defesa.

 

Nossa equipe

Edson Jorge, internacionalmente conhecido como “Mestre Sururu”, tem mais de 30 anos de experiência em artes marciais como Judô, Jiu-Jitsu e Capoeira. Graduado faixa preta pelo Mestre Draculino da Gracie Barra, Mestre Sururu é inúmeras vezes campeão na arte-suave (jiu-jitsu), entre seus maiores e mais importantes títulos estão o Campeonato Mundial de Kimono e sem Kimono, Campeonato Brasileiro e o Pan-Americano. Além desta vasta experiência, nosso mestre ainda é formado em educação física e possui diversas certificações na área. Nosso mestre divide o seu tempo entre as aulas da academia e seminários internacionais.